O Rapidão da Notícia
De estilo pacato peculiar ao exercício do sacerdócio, o Padre Inaldo, costuma ser avesso aos holofotes e assim, não propaga muito seus feitos. Ainda assim, os números mostram que o atual prefeito tem mudado o cenário da cidade de Nossa Senhora do Socorro (SE), sobretudo no que se refere ao âmbito social. “Construir creches, unidades de pronto atendimento, temos pagado os servidores em dia, entregamos 10 novos casos para a Saúde. Existia um projeto para o Novo Horizonte orçado pela antiga administração em R$29 milhões, dos quais foram gastos R$ 12 milhões e nada foi feito. Não vendo imagens falsas e transformo sonhos em pesadelos”, afirmou.
Ao conceder entrevista aos âncoras Eduardo Carvalho e Carlos Ferreira, do Jornal da Xodó em Rede, o gestor público que integra o PC do B, relatou que vem adotando medidas de austeridade financeira e estas já começam a surtir efeito e a oxigenar as contas municipais.  “Não gosto de ir aos meios de comunicação para fazer propaganda antecipada. Prefiro trabalhar e apresentar resultados. Lembro por exemplo, que a antiga administração gastava mensalmente R$6 milhões com combustíveis e após análises juntos com nossos técnicos, aumentamos a frota e diminuímos estes gastos pela metade” , comentou.
Questionado sobre o que vem a ser mais difícil, se coordenar uma comunidade católica ou uma cidade, Inaldo usou de analogia e pontuou que as duas missões que lhe foram concedidas, são na verdade dádivas de Deus. Na oportunidade, no entanto, o comunista disse ter pego as finanças com um rombo que comprometeu de sobremaneira o primeiro ano do seu mandato. “Ser padre é uma dádiva de Deus onde estamos a serviço da comunidade. Já na situação de prefeito, embora haja esforço para atender todas as demandas, ainda há por parte de alguns munícipes uma reclamação quanto a nossa gestão, situação que me deixa um pouco angustiado. Lembro que  peguei a prefeitura com uma dívida 211 milhões, quando a administração tem uma receita de R$260 milhões, então o nosso primeiro ano foi todo para equacionar os problemas. Mensalmente temos que arcar com o pagamento de R$5 milhões de dívidas”, revelou.
Afirmado que não tem medidos esforços para melhorar a qualidade de atendimentos prestados aos socorrenses, o entrevistado disse que durante a gestão Fábio Henrique, os médicos lotados na cidade, recebiam os piores salários do Estado. “Nossa cidade possuí 27 postos de saúde e quando cheguei à prefeitura 19 destes, estavam deteriorados. Trabalhando com humildade e respeito, conseguimos emendas na ordem de R$15 milhões aumentamos em 40%  a oferta de  consultas”, observou.

 Por Daniel Villas-Bôas, da Redação Xodó News

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