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Delegado concedeu entrevista ao Jornal da Xodó.

“Sergipe precisa renovar os quadros políticos”, foi com esta frase impactante e condizente com sua postura, que o delegado e candidato ao Senado pelo estado de Sergipe, Alessandro Vieira (Rede), começou sua entrevista ao Jornal da Xodó em Rede.
Conhecedor da área da segurança, em conversa com os âncoras Welder Ban e Euardo Carvalho, Alessandro Vieira condenou o fato dos governos estarem usando tropas federais nas cidades, sob alegação de devolver a sensação de segurança,  postura que segundo ele, tem finalidade meramente política. “A impunidade é muito grande do Brasil, o Estado de Sergipe tem hoje menos policiais que há 20 anos atrás. Mudanças nas leis e uma maior cobrança aos gestores. Nos precisamos de um plano nacional de segurança pública e não colocar a tropas federais no Rio de Janeiro como plano meramente de marketing e politiqueiro”, disse.
Estando ligado a presidenciável Marina Silva e ao seu vice, Eduardo Jorge, que já defendeu a legalização das drogas, o candidato, mostrou-se contrário a esta ideologia e aproveitou para declarar que não mudará sua postura. “Sou contrário a qualquer tipo de droga, pois não há qualquer estudo que comprove a diminuição do tráfico com a legalização. Liberar a comercialização de drogas é uma infantilidade. O fato do candidato a vice-presidente do nosso partido ser favorável à legalização não me faz adotar outra postura”, sentenciou.
Crítico da velha política que segundo ele, é a grande responsável por levar Sergipe ao caos, o delegado defendeu a condenação em 1ª instância e uma maior fiscalização da aplicação dos recursos públicos. “Sou favorável à condenação após julgamento  em 1ª instância. Isto iria acabar com inúmeros problemas no país. Muitos dos meus concorrentes já foram condenados, a exemplo de André Moura e Heleno Silva.  É preciso acabar com a impunidade e o crime do colarinho branco; bandido tem que ir para a cadeia”, afirmou.
Por fim, o candidato rechaçou as tratativas em torno de projetos educacionais que defendem a prática de atividades lúdicas e a ideologia de  gênero nas escolas. ” Sou contra qualquer forma de doutrinação em torno da ideologia de gênero”, encerrou.
Por Daniel Villas-Bôas
Da redação Xodó News
(Foto: Joelma Gonçalves/G1)

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