O Rapidão da Notícia
Nesta quarta-feira,25, o Jornal da Xodó, entrevistou o ex-prefeito de Capela (SE) e pré-candidato ao cargo de deputado federal, Manoel Messias Sukita Santos  (PTC). Ao ser questionado a que atribuí o fato de ser bem quisto na região do Vale do Cotinguiba, o político lembrou sua trajetória de vida e declarou que o povo demostra carinho com  a sua pessoa sobretudo por ele ter vindo das camadas menos favorecidas. “Eu atribuo isso a oportunidade que Deus me deu de saber a necessidade do povo, lembro que sou filho de vaqueiro e assim, provei que quando se quer se faz. Em apenas 8 anos criamos 8 mil postos de emprego direto, isso me transformou em uma pessoa admirada pelos eleitores”, pontuou.


Quando indagado como analisava as recentes pesquisas de intenção de voto, onde aprece em segundo, Sukita destacou a empatia que o eleitorado tem para com sua forma de gerir o erário público.  “Eu agradeço a Deus e ao povo sergipano por não ter se deixado manipular pela tentativa de acabar com a nossa história. Muito obrigado por entenderem nosso esforço e nossa forma de fazer política. Minha história é boa de ser contada”,  disse.
Tendo mudado recentemente para o bloco da oposição, o ex-prefeito justificou a mudança por nunca ter tido espaço na gestão de Jackson Barreto (MDB) e que “na hora de beber água” não olharam por ele. “Foram 15 anos de luta para construir o bloco inicialmente liderado por Marcelo Déda, e depois por Valadares, Jackson e por último por Belivaldo. Não contribuímos com nada do que está posto em nível estadual, não tive espaço na gestão. Nunca vi dizer que aliado toma partido de aliado. Já o grupo de oposição liderado pelo senador Eduardo Amorim me recebeu muito bem e disponibilizou seis partidos, hoje sou presidente estadual do PTC e assim estarei pronto para ajudar o senador Amorim na sua candidatura ao Governo”, declarou.
Perguntado como iria lidar com divergências internas tendo em vista que passará a dividir palanques com André Moura (PSC), Ezequiel Leite (PR) e Eduardo Amorim (PSDB), a quem teceu duras críticas, Manoel Sukita afirmou que cada pleito traz uma história e se fazia necessário optar por um grupamento e como ele foi preterido pelos governistas, fazia-se necessário mudar de ares. “Eu vou continuar sendo Sukita e não vou mudar meus princípios cada eleição é uma história. Preciso que as pessoas entendam que não sou mais o Sukita apenas de capela, aquele tempo a realidade era outra. Eu não mudei, quem mudou foram os meus antigos aliados.Não preciso defender o governo, mas o povo. Política se ganha com trabalho e não com conversa fiada”, alfinetou.

Por Daniel Villas-Bôas
Da redação Xodó News

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