“Deveríamos mudar o sistema de aposentadoria para capitalização e não de caixa como ocorre hoje”, aponta Milton Andrade

Nesta terça-feira, 8, o Jornal da Xodó o pré-candidato ao Governo de Sergipe, Milton Andrade (PMN) que comentou sobre o cenário político nacional e estadual. Questionado como avaliava a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), Milton defendeu que este se estendesse à todas as esferas. “O fim do foro privilegiado deveria ser uma bandeira de todos e Sergipe por ser o menor estado da Nação, teria como dar exemplo. Lembrem do caso das Subvenções, que se fosse julgado em 1ª instância, o processo já teria andado. O foro trava o judiciário”, comentou.
Indagado como recebeu os resultados das recentes pesquisas de intenção de voto, uma vez que o seu nome foi bem citado, o jovem confessou ter ficado satisfeito e agradeceu o fato da população ter entendido sua ideologia.”Começamos a falar em candidatura em novembro de 2017 e os resultados representam que estamos em consonância com três pilares sociais: O sentimento de renovação, combate à corrupção e gestão eficiente da máquina pública. De maio até outubro, tudo pode acontecer, mas asseguro que não teremos uma eleição polarizada e haverá segundo turno, afirmou.
Perguntado como vem desenvolvendo a questão de alianças partidárias, Milton Andrade comentou que tratativas vem sendo feitas, mas sempre em função de uma consonância de pensamentos e de um projeto de transformação social.”Estou muito focado em apresenta um plano de governo e melhorias para a população. Eu quero fazer tudo ao contrário do que é pregado até hoje e assim focar na gestão. Não estou preocupado com a quantidade de apoiadores e aliados, mas com a qualidade deles”, relatou.
Por fim, o gestor afirmou ser possível fazer com que o rombos dos cofres públicos seja sanado e para isso é necessário acabar com benefícios concedidos ao longo das gestões. Mais precisamente, com a nomeação de servidores comissionados. “Sergipe priorizou os cargos comissionados e não os efetivos, sendo que os comissionados contribuem com o INSS e não com o Sergipeprevidência, que é o plano de aposentadoria dos servidores efetivos. O Executivo absolveu o inativos do Legislativo e do Judiciário e assim, sobrecarregou a sua folha. Deveríamos mudar o sistema de aposentadoria para capitalização e não de caixa como ocorre hoje, onde o ativo contribui pelo inativo”, pontuou.

Por Daniel Villas-Bôas
Da redação Xodó News

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