“Caminhoneiro é a minha essência, minha origem”, declara Amorim

Em entrevista na 103 FM, o senador Eduardo Amorim (PSDB-SE) afirmou na manhã dessa segunda-feira, 28, de que tem feito muitos pronunciamentos referente aos valores exorbitantes de tributos, e que por isso, já esperava acontecer a greve dos caminhoneiros.
“Ninguém aguenta pagar tanto imposto nesse País, e receber tão pouco em troca. Como pode termos quase 100 tipos de tributos? E quando você tem um número gigantesco como esse significa que você gerencia mal, fiscaliza mal e cobra de forma injusta”, afirmou Eduardo, que também relembrou que as suas raízes são de caminhoneiros, por isso sabe das deficiências e necessidades da categoria.
“Eu nasci e cresci dentro dos caminhões em Itabaiana. Meu irmão mais velho, o Edvaldo, morreu na estrada, dirigindo um caminhão, tombou, e infelizmente veio a falecer. Portanto eu sei que não é fácil, e sempre primei por eles, até atribui um projeto de lei que confere ao município de Itabaiana, o título de ‘Capital Nacional do Caminhão’ com o objetivo de valorizar simultaneamente, o caminhoneiro, o caminhão e a cidade de Itabaiana”, completou.
Para Eduardo, o descontentamento de todas as classes é perceptível, por isso chegamos num caos tremendo, já que 45% do preço da gasolina vai para o pagamento de tributos, sendo 29% para o tributo estadual ICMS, e 16% para os impostos federais.
“Coisa pública deve ser levada com muita seriedade, mas não penalizando o cidadão, o caminhoneiro que dessa forma irá resolver. O correto é qualificar os gastos cobrando somente o necessário para poder manter o poder estatal. Se eu tivesse governando Sergipe, teria criado um Conselho de Custos para que essas questões fossem tratadas de maneira efetiva. É preciso um novo modelo de gestão onde seja sintonizada a qualidade do gasto público com o que se recebe”, pontuou.
Questionado pela jornalista Priscila Andrade, quando se referiu a obra do Hospital de Câncer como ‘uma novela’, Eduardo reafirmou que o desleixo do Governo com o povo sergipano surpreende cada vez mais.
“Já que tudo na vida tem prazo, o governo do Estado não entregará essa obra, pois o Governo Federal não permitirá que esse dinheiro fique parado por tanto tempo da forma que está. Sabemos que, se há um segredo nesse desfecho é a falta de gestão, condução, determinar as prioridades e entrar em ação”, concluiu o parlamentar.
Revista Senador
Na oportunidade, o senador Eduardo entregou a toda produção do programa ‘Primeira Mão’ sua prestação de contas anual, a Revista Senador. Material confeccionado por sua equipe de comunicação, com mais de 150 laudas.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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