Prédio de Cármen Lúcia em Belo Horizonte é pichado com tinta vermelha

A assessoria do STF confirmou que a ministra tem um apartamento no prédio e que fica no imóvel a cada 20 dias, quando vem a Belo Horizonte. Segundo o Supremo, Cármen Lúcia não vai se manifestar.
Em uma rede social, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) assumiu a autoria do ataque em conjunto com o Levante Popular da Juventude. No post, o movimento disse que cerca de 450 integrantes chegaram por volta das 16h20 em frente ao prédio da ministra. No texto, ele descreve que “foram atiradas bombas de tintas e feitas pichações nos muros e calçadas do prédio onde a golpista reside numa cobertura”.
O MST ainda declarou no post que “assistimos essa semana que o Supremo é tão golpista quanto Temer”, referindo-se ao julgamento do pedido de habeas corpus, impetrado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A votação na Corte Suprema ficou em 6 a 5 contra Lula, sendo que a presidente deu o último voto.
A Polícia Civil informou que vai investigar o ataque. Segundo a corporação, uma equipe foi ao local e a perícia foi acionada.
Uma vizinha da ministra, moradora do prédio, disse que a limpeza do prédio será feita neste sábado (7). E que a Polícia Federal também foi acionada para investigar o ataque.
Fonte: G1

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